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Histórico-Culturais

Publicado: Sexta, 10 de Abril de 2015, 12h24 | Acessos: 1899

Cadeia Pública de Londrina - Atual SESC Cultura

Primeira Cadeia Pública em alvenaria da cidade, sua construção simples, da década de 1940, feita com as técnicas usuais da época, caracteriza a edificação a sequência de janelas das antigas celas e suas grades. Foi desativada em 28 de janeiro de 1994. No percurso de sua história, o prédio quase foi demolido, ficou abandonado por um período e ocasionalmente abrigou a realização de oficinas culturais, mostras de vídeo e peças de teatro, valendo-se inclusive do próprio “cenário prisional” para as atividades culturais. Em 2014, após projeto de revitalização do espaço e manutenção de algumas de suas características originais, passa a abrigar unidade cultural do SESC.

Casa da Criança – Sede da Secretaria Municipal de Cultura

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Construída entre 1950-1953, com projeto de autoria dos Engenheiros Arquitetos João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi. Trata-se de um dos edifícios que marcam a presença do Movimento Moderno na arquitetura da cidade. Concebido para abrigar a primeira creche pública da cidade, a partir da década de 1980 tornou-se sede do Departamento de Cultura, quando foi instalado na sua fachada principal o painel de azulejos mostrando a cidade de Londrina em 1934 e em 1985. A partir de 1992 passou a sediar a então recém-criada Secretaria Municipal de Cultura.

Antiga Estação Rodoviária - Atual Museu de Artes de  Londrina

museu de artes

 

Construído entre 1948 e 1952, partir de projeto dos arquitetos João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, o edifício foi concebido para abrigar a Estação Rodoviária de Londrina. O Edifício é composto por um volume principal trapezoidal e uma sucessão de sete abóbadas que compunham a garagem dos ônibus. A entrada principal ocorre através de uma marquise na fachada sul. A circulação para os diversos níveis se dá por uma série de rampas. As amplas superfícies de vidro, a forma das abóbadas e o dinamismo das linhas oblíquas garantem a leveza da obra, uma de suas características principais. Foi tombado pelo Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico Cultural do Paraná (CEPHA), em 1974. Em 1988, foi desativado, passando a abrigar, em 1993, o Museu de Arte de Londrina.

Antigo Fórum - Atual Biblioteca Pública Municipal

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Construída em 1947 no local onde existiu a Quadra de Tênis dos Ingleses, nos primeiros anos de colonização da cidade. Edifício de estilo eclético com elementos de base clássica, construído para ser o Fórum da Comarca de Londrina. Abriga desde a década de 1980 a Biblioteca Pública Municipal “Governador Parigot de Souza” e a Biblioteca Infanto-Juvenil “Monteiro Lobato”. Em seu anexo, no Antigo Salão do Júri, está instalado o Teatro “Zaqueu de Melo”

A equipe responsável pelas reformas de adaptação para o teatro, foi liderada pelo arquiteto Hely Bretas de Barros, que procurou manter ao máximo a identidade da obra. O nome Zaqueu de Melo foi proposto pelo vereador Clóvis de Pinho, em homenagem ao professor pioneiro de Londrina, que fundou o Instituto Filadélfia e implantou o primeiro curso científico da cidade.

Caixa D'Água da Av. Higienópolis

O Centro de Reservação Higienópolis, foi construído pela Prefeitura entre 1955 e 1959 durante o mandato de Antônio Fernandes Sobrinho, sendo encampado posteriormente pela companhia estadual de saneamento. Possui características formais e construtivas de inspiração modernista, marcadas pela estrutura em concreto armado e revestimento em pastilhas cerâmicas. Começou a funcionar no início da década de 1960, entrando em plena operação em 1962. Atualmente a Caixa D’água da Av. Higienópolis permanece como importante testemunho histórico, cujas formas são reflexo do estilo arquitetônico que se expandia em todo o país.

Calçadão da Av. Paraná

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Situado entre as ruas Prefeito Hugo Cabral e Minas Gerais, teve sua implantação na década de 1970, tornando-se desde então parte da paisagem cultural do centro da cidade. É parte do eixo histórico que ligava Nova Dantzig (hoje Cambé) à Colônia do Jatahy (hoje Jataizinho). O projeto original do Calçadão é do Arquiteto Jaime Lerner, e o desenho do pavimento original em petitpavet (mosaico português) é de autoria do Arquiteto Hely Bretas. A partir de 2010 o piso original vem sendo substituído por pavers, assim como foram substituídas as luminárias em forma de araucárias presentes no projeto original.

Cemitério do Heimtal

Projetado em 1930, o Heimtal é considerado o primeiro núcleo urbano de Londrina. Nele se localiza o primeiro cemitério da cidade, aberto em meados de 1931. É local de grande relevância histórica para a cidade de Londrina e grande valor afetivo para a comunidade. Nele estão enterrados muitos dos primeiros habitantes da cidade. Na língua alemã, origem de seus primeiros moradores, Heimtal significa “Morada do Vale”.

Cemitério São Pedro

cemiterio sao pedro

O primeiro Cemitério de Londrina, possui importância ímpar para o estudo da história cultural e religiosa da cidade, tratando-se efetivamente de um espaço de memória. Constitui-se como um museu a céu aberto, servindo de referência da nossa história local. Nele se encontram sepultados vários pioneiros, ex-prefeitos, artistas e personalidades londrinenses, além de vários túmulos que recebem grande visitação em função de graças alcançadas.

Cine Teatro Universitário Ouro Verde    

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Construído entre 1948 e 1952, com projeto de Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, o Cine Ouro Verde foi um dos primeiros exemplares de arquitetura modernista construído na cidade, sendo destinado a abrigar um dos mais luxuosos cinemas do interior do país da década de 1950, com capacidade para 1500 pessoas. Adquirido em 1978 pela Universidade Estadual de Londrina, quando passou a denominar-se Cine Teatro Universitário Ouro Verde. No ano de 2000, foi tombado pelo Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico Cultural do Paraná (CEPHA). Em 12 de fevereiro de 2012 foi parcialmente destruído por um incêndio, causando grande comoção na população de Londrina e da região, fato este que mobilizou as várias lideranças municipais e estaduais para garantir, em 2014, o início da sua reconstrução preservando-se suas características originais.

Colégio Mãe De Deus

Considerado o mais tradicional colégio da cidade, foi a primeira construção de grande porte em alvenaria na cidade, representando a arquitetura eclética do período. Inaugurado em 03 de março de 1936, a edificação do Colégio mãe de Deus passou por diversas fases distintas. Em 1951 foram construídas as salas de aula em 3 pavimentos, já em 1965 foram acrescidos a Casa das Freiras e o Internato, em 1976 outra sala foi criada para o Jardim de Infância. Em 2010 foi construído o Ginásio de Esportes e iniciada a construção do Teatro.

Edifício Tókio

Um dos primeiros arranha-céus de Londrina, foi projetado inicialmente para ser um hotel, mas teve a função alterada para edifício residencial, um dos poucos da principal rua de comércio popular da cidade. Construído nos primeiros anos da década de 1950, seu nome homenageia a capital do Japão, país de origem de grande parte dos comerciantes instalados na Rua Sergipe nas primeiras décadas da colonização de Londrina.

Empresa Brasileira de Correios – Agência Central

Construído entre 1947 e 1949 em estilo Art Déco, com projeto do Engenheiro JulioBotto. Seus principais elementos são a marcação das entradas, os frisos superiores e verticais, as molduras e esquadrias geometrizadas, além do letreiro destacado. Marca uma importante referência de serviços públicos necessários à vida comunitária, especialmente nas primeiras décadas de colonização da cidade.

Memorial do Pioneiro

Inaugurado em 1º de maio de 2007 tem como objetivo homenagear os pioneiros que aqui chegaram ou nasceram até o ano de 1939, ou seja, na primeira década de atuação da Companhia de Terras Norte do Paraná. O Memorial possui instalação de totens com placas artísticas reproduzindo obras do Artista Plástico Paulo Menten e placas contendo os nomes de 3.500 pioneiros e pioneiras, cadastrados junto ao Museu Histórico de Londrina.

Monumento à Bíblia

Construído em 1977, está localizado às margens do Lago Igapó. Com 10 metros de altura, revestido de granito e mármore, foi projetado pelo arquiteto PanayotesSaridakis. O monumento encerra a idéia geral que estrutura os próprios Livros Sagrados. Quatro bases dispostas em cruz, afinam-se em flecha e juntas buscam o infinito, formando um obelisco. Restaurado em 1994 pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal da Cultura, em parceria com a empresa Sena Construções e com o trabalho do artista plástico Luiz Trevisan.

Monumento "O Passageiro"

monumento ao viajante

Foi inaugurada no dia 10/12/1987, em comemoração ao 55° aniversário da Viação Garcia, localizando-se em frente ao Terminal Rodoviário de Londrina. A Escultura tem 15 metros de altura. Segundo o artista plástico Henrique Aragão, criador do monumento, as duas figuras humanas, simbolizam os viajantes que procuram uma integridade interior e a unidade entre Eros (desejo) e Tanatus (morte). Assim, o artista procurou retratar o que ele chama de Homem Completo. Uma das figuras busca o interior, pois está voltada para dentro. E a outra busca uma interação com o infinito e com o cósmico, pois tem toda a sua abertura para fora. A semente que fica no centro do monumento significa, segundo o artista, "tudo o que se cria, tudo o que nasce e tudo o que se transforma".

Museu Histórico de Londrina “Pe. Carlos Weiss” – Antiga Estação Ferroviária

museu
Foto: Wilson Vieira

A Antiga Estação Ferroviária de Londrina, foi inaugurada em 19 de julho de 1950, cuja obra em estilo eclético constitui-se em marco da paisagem cultural londrinense. Na década de 1980 a Estação foi desativada e os trilhos retirados do centro da cidade. O Museu Histórico de Londrina, órgão suplementar da Universidade Estadual de Londrina, passou a ocupar a edificação em 1986, abrigando no local uma vasta coleção de objetos, documentos, fotografias, entre outros itens com os quais realiza vários eventos e exposições alusivas à memória histórica da cidade. O Padre Carlos Weiss foi fundador do Museu e seu primeiro Diretor.

Palacete dos Garcia

Sobrado Eclético dos anos 1940, composto com motivos neoclássicos, construído para ser a residência do pioneiro Celso Garcia Cid. A edificação é um marco na paisagem urbana, testemunho do período de afirmação econômica da década de 1940, símbolo do progresso e riqueza do Norte do Paraná. Em 05 de março de 2012 foi tombado pelo Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico Cultural do Paraná (CEPHA). Em 2013 passou por projeto de restauro patrocinado pela agência bancária que ocupa o imóvel.

Planetário Municipal

O Planetário de Londrina, foi idealizado por professores da Universidade Estadual de Londrina e teve seu prédio construído pela Prefeitura Municipal em 1992, com fins acadêmicos, educativos e culturais. Trata-se de uma construção de alvenaria, com 232m² e capacidade para 44 expectadores por sessão.

Prefeitura Municipal

prefeitura

A construção dos edifícios da Prefeitura, do Fórum e da Câmara de Vereadores, integrantes do Centro Cívico Bento Munhoz da Rocha Neto, se deram entre 1976 e 1983. O projeto do edifício da Prefeitura Municipal é de autoria dos arquitetos Sérgio Bopp e Luiz Cezar da Silva. A edificação integra-se à praça frontal e aos demais edifícios e se caracteriza pelo uso do concreto aparente, pela ênfase na flexibilidade e circulação, e pela funcionalidade de suas soluções, fortes marcas da arquitetura da Escola Paulista.

Relógio de Sol

relogio sol

O Relógio de Sol foi inaugurado 05 de novembro de 1988, é uma obra executada com recursos doados à Prefeitura Municipal pela empresa ToyoSen I do Brasil por ocasião do 15º aniversário de sua instalação em nossa cidade. Fica localizado na Praça dos Viajantes, ao lado do Terminal Rodoviário de Londrina. Infelizmente não pode ser visto por quem passa de carro, mas, sem dúvida é um lugar muito interessante e merece ser visitado.

Relojão

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O Relojão, instalado no alto do Edifício América, no centro de Londrina, foi construído na década de 60 pela Fábrica de Relógios Dimep de São Paulo. É um dos maiores do país, com 6,50 m de comprimento por 6,50 m de largura, e uma estrutura de suporte que mede 3,50 m. Seu funcionamento baseia-se em impulsos elétricos que a cada 60 segundos emite um sinal que faz mover os ponteiros do relógio. Os ponteiros são feitos de lata e ferro, os maiores medem 3 m e os menores 2,80 m. O Relojão pode ser visto de vários pontos da cidade, principalmente do centro.

Teatro Zaqueu de Melo

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O Teatro Zaqueu de Melo foi inaugurado no dia 12/04/1985. Instalado na sala do antigo Tribunal do Júri, no prédio da atual Biblioteca Pública Municipal de Londrina, o novo Teatro tem 271 metros quadrados com capacidade para 200 espectadores (sentados), camarins feminino e masculino e uma tela para projeção de slides. O nome Zaqueu de Melo foi proposto pelo vereador Clóvis de Pinho, em homenagem a um professor pioneiro de Londrina, que fundou o Instituto Filadélfia e implantou o primeiro curso científico da cidade.

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